domingo, 3 de junho de 2007

Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Nova Esperança crê nos dons







"Se beberdes alguma coisa mortífera não fará dano algum"

Curando os Enfermos (I)

O dom de cura é a habilidade dada por Deus de se transmitir a cura ao corpo físico em ocasiões específicas.

Ele é acompanhado por uma medida do dom de fé e, muitas vezes, pelo dom do conhecimento.

Ele envolve a transmissão desta fé à pessoa que necessita da cura, o que a levanta do campo da dúvida e incredulidade, e faz com que os passos apropriados em direção à cura sejam tomados.

Ele é uma manifestação do Espírito através de uma pessoa,e não somente os seus próprios poderes mentais de persuasão,Por que são dons de curar (plural), em vez de dom de curar (singular) Observamos que em todo lugar onde a cura é mencionada como um dom do Espírito, no ministério do Corpo, está sempre na forma plural: 1Co 12.9 Dons de curar; 1Co 12.28 Dons de curas; 1Co 12.30 ,Dons de curar. Este é o único dom que usa o plural desta maneira. Isto indica que o dom de curar pode operar em mais de um nível.

Isto poderia referir-se ao fato de que diferentes tipos de doenças requerem diferentes tipos de curas e vários níveis de fé. Algumas curas, por exemplo, podem envolver atitudes latentes, as quais devem ser tratadas antes que o corpo responda.

Outras curas necessitam de um milagre total. Algumas curas são instantâneas e outras são gradativas.

E uma questão de observação que no Corpo de Cristo uma pessoa possa ser usada para trazer cura numa área especializada.Por exemplo, uma pessoa pode ter fé para a cura da cegueira, outra pessoa para a surdez, outra para o câncer etc.

Isto torna mais importante que compreendamos que Jesus tinha poder sobre toda sorte de doenças e enfermidades.

Mais tarde, Ele deu aos doze discípulos (coletivamente)poder sobre toda sorte de doenças e enfermidades (Mt 10.1).A medida de curas produzidas através do ministério de um indivíduo relaciona-se diretamente com o seu nível de fé.

A fé deve operar nos dons de cura uma vez que os diferentes ministérios de curar são, na verdade, área de especialidade da fé. Embora todos os crentes possam orar pelos enfermos (Mc 16.17-18; 1Co 12.28-30) indica que alguns são usados em curas mais do que outros. Que níveis de curas se vêem na Bíblia.


1º. Instantânea: Algumas curas são de uma simples natureza física e a obra necessária do Espírito Santo pode ser feita imediatamente. Mateus Cap 8.v3,E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da sua lepra. Nota: O óleo é um tipo do Espírito Santo. Não era o óleo que curava através de qualidades medicinais, mas a oração da fé salvará o enfermo.


2º. A comunhão. 1 Coríntios11.27-34. A dedução clara é que há um nível de cura no discernimento adequado do Corpo de Cristo que não é disponível em nenhuma outra fonte. O corpo desarticulado e que funciona mal, vitavelmente, terá órgãos que sofrem de doenças, mas, à medida que os crentes entrarem em harmonia e unidade, amor e num relacionamento adequado como órgãos num corpo, então a cura virá. Deus, de uma grande maneira, ligou o nosso bem-estar físico com a nossa habilidade de nos relacionarmos espiritualmente com o aspecto carne e osso do corpo de Cristo (Ef 5.30).


3º. Imposição de mãos e oração do crente em geral. Marcos 16.16-18. Deus não limitou que suas provisões fossem trazidas através de um meio ou através de determinadas pessoas somente. Ele usará qualquer pessoa que esteja disponível e que creia nEle. Todos os crentes têm o privilégio de crerem na Palavra de Deus e de orarem pelos enfermos.


4º. Através da palavra falada.Lucas 7.1-10.

A maior fé, de acordo com Jesus, baseia-se unicamente na Palavra. Havia três tipos de pessoas que vinham a Jesus buscando curas:Aqueles que vinham para serem curados pessoalmente. Aqueles que traziam outros para serem curados.

Aqueles que vinham por outros e procuravam somente a palavra de Jesus, declarando que eles seriam curados; eles não viam nenhuma barreira no tempo ou espaço.Jesus disse que este terceiro nível era o maior nível de fé.

Isto não significa, contudo, que os outros métodos não sejam válidos. Há um verdadeiro ministério em trazer-se os enfermos àqueles que têm fé, e, às vezes, é possível que haja uma verdadeira necessidade de chamar-se os presbíteros. Deveríamos procurar crescer na fé, contudo, sem que nos vangloriemos das coisas fora da nossa medida.


5º. Os trajes de Jesus: a sombra de Pedro. Marcos 6.56. [...] E quantos a tocavam saíam curados (Actos 5.15-16).

Estas coisas formavam um ponto de contacto para a pessoa em necessidade.

Até mesmo Jesus usava o princípio de ponto de contacto ou requeria do enfermo algum ato de apropriação, a fim de que ele pudesse expressar a sua fé e receber a cura.

Toma o teu leito e anda; Vai, lava-te no tanque de Siloé.

Isto é visto, também, no caso de Naamã, no Velho Testamento, que foi curado somente depois de uma obediência absoluta e infantil à palavra do profeta.

Tal zelo em tocar-se a Jesus e aos apóstolos indicava a fé da parte dos enfermos.

É baseado na fé que todos são curados.

A fé sustenta toda a verdade sobre as curas. A fé é necessária na pessoa em necessidade, na pessoa que está orando e até mesmo naqueles que trouxeram ao enfermo [...] Vendo a fé deles, Mateus 9.2.6. Os lenços e aventais de Paulo.

Atos 19.11-12 ,e Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários, a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam das suas vítimas e os espíritos malignos se retiravam.? Observe que estes milagres são chamados extraordinários ou especiais.

Incidentes deste tipo têm acontecido até mesmo nos dias atuais, mas eles não são a norma. Eles foram feitos desta maneira porque não havia nenhuma outra forma para Paulo entrar em contacto com eles.



Célula Curando os Enfermos (II)



1º. Através do testemunho interior do Espírito.Os nossos dons e chamados tornaram-se como uma segunda natureza nossa; assim como os patos voam para o sul no inverno, também os nossos corações voltam-se, instintivamente, às áreas a que Deus nos chamou.


2º. Através da habilidade de crermos em Deus para a cura física.


Paulo ensinou em Romanos12.3-8 que cada um de nós tem habilidades espirituais e níveis de graça diferentes que nos são dados pelo Senhor.

Com cada função vem uma medida de fé (v.3) proporcional para que vejamos Deus realizando a obra. Isto pode ser visto também em 1Co 12.27-31.

O próprio fato de que temos uma variedade de funções indica que temos uma fé variável e canalizada em várias direções.



3º. Através de uma grande compaixão pelos enfermos e afligidos.

Haverá uma solicitude constante e profunda em seu coração; não somente uma solicitude, mas também um desejo de fazer alguma coisa a respeito disto.

Haverá uma mobilidade e uma força de fé atrás desta compaixão.

Foi dito, repetidas vezes, que Jesus tinha compaixão dos que estavam enfermos e sofrendo.

Isto foi, principalmente, o que

o motivava a curá-los.Mateus 20.34 ;Compaixão por dois homens cegos,Mateus 1.41 ; Compaixão pelo leproso.Lucas 7.12-14 ; Compaixão pela viúva; ele ressuscitou ao seu filho dos mortos.



4º. Através dos resultados o teste de qualquer ministério ou dom é o fruto que ele produz.

Se alguém tiver os dons de curar, então as pessoas serão curadas. Logicamente, os resultados desenvolverão e aumentarão com o crescimento espiritual da pessoa que tenha tal dom.


5º. Através do reconhecimento de outros e das requisições que nos forem feitas por eles.

Onde quer que haja um dom ou ministério, haverá uma resposta de outros com relação a esta área. Isto gradualmente produz uma necessidade da pessoa que tenha o dom.

Tudo o que temos que fazer é funcionarmos da maneira que o Senhor nos dirija, sendo assim, ele abrirá o caminho para o nosso ministério(Pv 18.16).

Por outro lado, se isto for somente uma ambição desejo humanos que não foram originados pelo Espírito Santo, tal pessoa terá que promovê-lo por si mesma,e, mesmo assim, outros não responderão porque isto não produz fruto. Isto é confirmado em Provérbios 25.14: Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba falsamente de dádivas.

As esperanças dos homens são alimentadas, somente para serem destruídas,quando alguém com o suposto dom não é capaz de ?produzir os resultados prometidos?.6. Através da imposição de mãos do presbitério.

Muitas vezes, os dons e os ministérios são enunciados e, claramente, revelados quando um ministério profético estabelece uma pessoa em seu lugar no Corpo.

Paulo, frequentemente,reclamava a Timóteo quanto à mordomia que ele tinha do ministério declarado e concedido a ele desta maneira (1 Timóteo 1.18; 4.14 e 2 Timóteo1.6).

Qual é o propósito dos dons de curar?

1. Deus ama ao se povo e quer que ele tenha uma boa saúde, referindo-se à saúde total: corpo, alma e espírito;Deus tanto amou que Ele deu.

Não há limites com relação ao que Deus deseja dar-nos como uma herança no Reino (3Jo 2.4).2. A saúde e a cura divinas são aspectos da retificação da maldição da lei.1Jo 3.8.

Para isto se manifestou o Filho de Deus, para destruir as obras do diabo.

Gálatas 3.13. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar, porque está escrito: maldito todo aquele que for pendurado em madeiro.

A Redenção envolve o retirar-se o homem totalmente dos efeitos das maldições envolvidas na lei, os quais incluíam as doenças e as enfermidades.

O homem não tem que suportar doenças se ele aceitar toda a provisão feita para ele na Nova Aliança.

Isto é uma parte integrante das bênçãos da Nova Aliança.Isto foi designado para confirmar a nossa mensagem com sinais e maravilhas (Hebreus 2.3-4). Isto era uma parte da grande comissão (Marcos 16.15-20). João 5.36 [...] As mesmas obras que eu faço, testificam de mim, que o Pai me enviou.

Jesus não somente pregou o Evangelho do Reino, mas ele também o demonstrou(Lucas 8.1). Um dos maiores erros da história é a separação de curas com a pregação da mensagem da Salvação.

Isto equivale a pregar-se metade do Evangelho, o que nunca produzirá os resultados que Deus intencionou que a pregação do Evangelho produzisse.



O jejum na Bíblia


Nas Escrituras, o jejum refere-se à abstenção de alimento para finalidades espirituais.

Ele se distingue da greve de fome, cujo propósito é adquirir poder político ou atrair a atenção para uma boa causa.

Distingue-se também da dieta de saúde, que acentua a abstinência de alimento, mas com propósitos físicos e não espirituais.

Devido à secularização da sociedade moderna, o jejum (se de algum modo praticado) é motivado ou por vaidade ou pelo desejo de poder.

Isso não quer dizer que essas formas de jejum sejam necessariamente erradas, mas que seu objetivo difere do jejum descrito nas Escrituras.

O jejum bíblico sempre se concentra em finalidades espirituais.Na Bíblia, os meios normais de jejuar envolviam abstinência de qualquer alimento, sólido ou líquido, excetuando-se a água.

No jejum de quarenta dias de Jesus, diz o evangelista que ele nada comeu e ao fim desses quarenta dias teve fome, e Satanás o tentou a comer, indicando que era a abstenção de alimento e não de água (Lucas 4.2ss).

De uma perspectiva física, isto era o que geralmente estava envolvido num jejum.

O jejum parcialÀs vezes se descreve o que poderia ser considerado jejum parcial; isto é, há restrição e dieta mas não abstenção total.

Embora pareça que o jejum normal fosse prática costumeira do profeta Daniel, houve uma ocasião em que, durante três semanas, ele não comeu manjar desejável, nem carne, nem vinho entraram na minha boca, nem me untei com óleo algum (Daniel 10.3).

Não somos informados do motivo para este afastamento de sua prática normal de jejuar; talvez seus deveres governamentais o obstassem.

O jejum absolutoHá também diversos exemplos bíblicos do que se tem chamado acertadamente jejum absoluto, ou abstenção tanto de alimento como de água.

Parece ser uma medida desesperada para atender a uma emergência extrema.

Após saber que a execução aguardava a ela e ao seu povo, Ester instruiu a Mordecai : Vai, ajunta a todos os judeus.... e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. (Ester 4.16). Paulo fez um jejum absoluto de três dias após seu encontro com o Cristo vivo (Atos 9.9).

Considerando-se que o corpo humano não pode passar sem água muito mais do que três dias, tanto Moisés como Elias empenharam-se no que deve considerar-se jejuns absolutos sobrenaturais de quarenta dias (Deuteronômio 9.9; 1 Reis 19.8). É preciso sublinhar que o jejum absoluto é a exceção e nunca deveria ser praticado, a menos que a pessoa tenha uma ordem muito clara de Deus, e por não mais do que três dias.

O jejum coletivoNa maioria dos casos, o jejum é um assunto privado entre o indivíduo e Deus. Há, contudo, momentos ocasionais de jejuns de um grupo ou públicos.

O único jejum público anual exigido pela lei mosaica era realizado no dia da expiação (Levítico 23.27). Era o dia do calendário judaico em que o povo tinha o dever de estar triste e aflito como expiação por seus pecados.

(Aos poucos foram-se adicionando outros dias de jejum, até que hoje há mais de vinte!). Os jejuns eram convocados, também em tempos de emergência de grupo ou da nação: Tocai a trombeta em Sião, promulgai um santo jejum, proclamai uma assembléia solene? (Joel 2.15). Quando o Reino de Judá foi invadido, o rei Josafá convocou a nação para jejuar (2 Crônicas 20.1-4).

Em resposta à pregação de Jonas, toda a cidade de Nínive jejuou, inclusive os animais ? involuntariamente, sem dúvida. Antes do retorno a Jerusalém, Esdras fez os exilados jejuar e orar por segurança na estrada infestada de salteadores (Esdras 8.21-23).O jejum em grupo pode ser uma coisa maravilhosa e poderosa, contanto que haja um povo preparado e unânime nessas questões.

Igrejas ou outros grupos que enfrentam sérios problemas poderiam ser substancialmente beneficiados mediante oração e jejum de grupo unificado. Quando um número suficiente de pessoas entende corretamente do que se trata, as convocações nacionais à oração e jejum podem, também, ter resultados benéficos. Em 1756, o rei da Inglaterra convocou um dia de solene oração e jejum por causa de uma ameaça de invasão por parte dos franceses. João Wesley registrou este fato em seu Diário, no dia 6 de fevereiro: O dia de jejum foi um dia glorioso, tal como Londres raramente tem visto desde a Restauração.

Cada igreja da cidade estava mais do que lotada, e uma solene gravidade estampava-se em cada rosto.

Certamente Deus ouve a oração, e haverá um alongamento da nossa tranquilidade.

Em nota ao pé da página, ele escreveu: A humildade transformou-se em regozijo nacional porque a ameaça da invasão dos franceses foi impedida.

Objetivo do jejumÉ sensato reconhecer que a primeira declaração que Jesus fez acerca do jejum tratou da questão de motivos (Mateus 6.16-18).

Usar boas coisas para nossos próprios fins é sempre um sinal de falsa religião. Quão fácil é tomar algo como o jejum e tentar usá-lo para conseguir que Deus faça o que desejemos.

Às vezes se acentuam de tal modo as bênçãos e os benefícios do jejum que seríamos tentados a crer que com um pequeno jejum poderíamos ter o mundo, inclusive Deus, comendo de nossas mãos.O propósito central do jejumO jejum deve sempre centrar-se em Deus. Deve ser de iniciativa divina e ordenado por Deus.

Como a profetiza Ana, precisamos cultuar em jejuns (Lucas 2.37).

Todo e qualquer outro propósito deve estar a serviço de Deus.

Como no caso daquele grupo apostólico de Antioquia, servindo ao Senhor e jejuando devem ser ditos de um só fôlego (Atos 13.2). C. H. Spurgeon escreveu: Nossas temporadas de oração e jejum no Tabernáculo têm sido, na verdade, dias de elevação; nunca a porta do céu esteve mais aberta; nunca nossos corações estiveram mais próximos da Glória central.

Deus interrogou o povo no tempo de Zacarias: Quando jejuastes... acaso foi para mim que jejuastes, com efeito para mim? (Zacarias 7.5). Se nosso jejum não é para Deus, então fracassamos.

Benefícios físicos, êxito na oração, dotação de poder, discernimentos espirituais estas coisas nunca devem tomar o lugar de Deus como centro de nosso jejum. João Wesley declarou: Primeiro, seja ele [o jejum] feito para o Senhor com nosso olhar fixado unicamente nele.

Que nossa intenção ao seja esta, e esta somente, de glorificar a nosso Pai que está no céu...?. Esse é o único modo de sermos salvos de amar mais a bênção do que Aquele que abençoa.Os propósitos secundários do jejumUma vez que o propósito básico esteja firmemente fixo em nossos corações, estamos livres para entender que há, também, propósitos secundários em jejuar. Mais do que qualquer outra coisa, o jejum revela as coisas que nos controlam.

Este é um maravilhoso benefício par ao verdadeiro discípulo que anseia ser transformado à imagem de Jesus Cristo.

Cobrimos com alimento e com outras coisas boas aquilo que está dentro de nós, mas no jejum estas em jejum está a minha alma. (Salmo 69.10).

Ira, amargura, ciúme, discórdia, medo se estiverem dentro de nós, aflorarão durante o jejum. A princípio, racionalizaremos que a ira é devida à fome; depois descobriremos que estamos irados por causa do espírito de ira que há dentro de nós.

Podemos regozijar-nos neste conhecimento porque sabemos que a cura está disponível mediante o poder de Cristo.O jejum ajuda-nos a manter o nosso equilíbrio na vida.

Quão facilmente começamos a permitir que coisas não essenciais adquiram precedência em nossas vidas. Quão depressa desejamos ardentemente coisas que não necessitamos até que sejamos por elas escravizados.

Paulo escreveu: Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas (1 Coríntios 6.12).

Nossos anseios e desejos humanos são como um rio que tende a transbordar; o jejum ajuda a mantê-lo no seu devido leito.

Esmurro o meu corpo, e o reduzo à escravidão?, disse Paulo (1 Coríntios 9.27). Semelhantemente, escreveu Davi:

Eu afligia a minha alma com jejum! (Salmo 35.13).

ConclusãoNão poderíamos concluir esse estudo sem considerar que a principal obra do jejum bíblico está no reino espiritual.

O que se passa espiritualmente é de muito maior conseqüência do que o que acontece no corpo. Você estará engajado em uma guerra espiritual que necessitará de todas as armas de Efésios 6. Dentro disso, um dos períodos mais críticos no campo espiritual está no final do jejum físico quando temos uma tendência natural para descontrair-nos.

O jejum pode trazer avanços no reino espiritual que jamais poderiam ter acontecido de outra maneira. Por isso, nós devemos, necessariamente, jejuar.


"O importante não é jejuar e sim ter jejuado."

Mar 16:18 -
Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão.
A Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Nova Esperança Paraná acredita no versículo de Mar 16:18!
Certo dia fui trabalhar e minha esposa preparou o alimento na térmica pra eu levar pois trabalho á noite, chegou a hora da janta me alimentei como sempre uma comida caseira deliciosa com mandioca frita e salada. Pois bem, naquela noite passei mal com muita febre que me causou delírio profundo e não sabia o que fazer, tomei os remédios para combater a febre mas por uma semana não melhorei, o remédio acabou no outro domingo mas eu não comprei mais. Pensei comigo de ir para a igreja numa festa da orquestra da igreja e fui, assisti o trabalho que foi uma bênção, o pastor era um ex mendigo e pregou com uma unção tremenda que caiu o seu poder sobre mim e toda a igreja. Após chegarmos do culto minha esposa disse-me que a vizinha tinha nos dado uma porção de mandioca para coser mas não sabia que era mandioca brava pois só soube quando a mesma era muito amarga,glórias a Jesus; Irmãos eu tinha comido mandioca brava e na noite que fui ao culto fui curado daquele mau sintoma, aleluia.
E se bebermos alguma coisa mortífera não nos fará dano algum,para terminar meu pai me ligou o Presbítero Adonias e me disse que o seu vizinho deu mandioca brava para um cavalo de estimação que não durou 24 horas, Deus sempre livra os seus escolhidos.
Muitas pessoas enganadas foram mortas por não conhecerem os alimentos comestíveis,mas quem tem Jesus tem livramento,Oh glória.

Paulo Lobo

Despedida do Pastor Sílvio

Nenhum comentário:

Powered By Blogger

Arquivo do blog

Como é bom estar com Deus

Nova Esperança, Paraná, Brazil
http://www.teuministerio.com.br/BRPRASDEUIEA5/